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Em 10/01/2016 10:59:00

 A Academia Piauiense de Letras deu posse ao seu presidente reeleito, Nelson Nery Costa, e toda a sua diretoria neste sábado (9) para a gestão 2016/2017. Além do presidente, a diretoria é composta pelo vice-presidente Wilson Nunes Brandão, o tesoureiro Humberto Guimarães e o secretário-geral Herculano Morais.

A nova diretoria foi saudada pelo ex-presidente Reginaldo Miranda. No seu discurso ele fez um resgate histórico do surgimento da literatura piauiense até chegar às pretensões atuais da Academia, citando a Coleção Centenário, que quer editar mais de 100 obras até 2017, o ano em que a APL completa 100 anos.

“Todo o passado cultural do Piauí está sendo passado a limpo pela Academia Piauiense de Letras. Estamos vivendo um dos melhores momentos da literatura do Piauí. APL vai ficar na memória como aquela que planejou, organizou e implementou o maior plano editorial do país”, destacou Reginaldo.

 

O presidente Nelson Nery discursou e ficou bastante emocionado quando falou da família e da esposa, Lavínia Brandão. “Estou profundamente emocionado por ter sido reconduzido por meus confrades pela segunda vez para presidir a nossa academia”.

Nelson Nery ressaltou as aspirações da Academia para o próximo biênio. Além da coleção Centenário, já está sendo preparado o lançamento de outra chamada Século XXI. A coletânea já tem dois livros prontos, sendo um do Lázaro do Piauí e surge para dar vez aos novos autores que estejam pretendendo editar livros e serão abraçados pela Academia.

Nelson Nery falou que também está nos planos realizar um concurso literário em 2016 e a reforma do antigo prédio do Meduna, que fica no interior do shopping Rio Poty, zona norte de Teresina. A reforma está sendo feita pela Prefeitura de Teresina, em parceria com a Arquidiocese e com a APL. O Meduna será completamente reformado, o projeto já está pronto e em dois dos seus pavimentos serão destiandos para a Academia onde irão fincionar a biblioteca, que deve abrigar mais de 15 mil livros, dos quais um terço são de autores piauienses e um museu, chamado temporaiamente de "Museu da Escrita".


Lyza Freitas (com informações da Assessoria da APL)