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Em 08/11/2018 10:42:54

WD: MAIOR LÍDER POLÍTICO DA HISTÓRIA DO PIAUÍ – IV

           

Magno Pires

 

            Passadas as festas de comemoração da grandiosa vitória reeleitoral, os situacionistas eleitos começarão as disputas pela indicação dos secretários e a convocação dos suplentes, cuja decisão aumentará, necessariamente as despesas do Estado. No entanto, faz parte do imbróglio da atividade político-partidária.

            E, logo após essas acomodações, o governador deverá traçar as prioridades de sua gestão, para os próximos 4 anos, quanto à infraestrutura física e social a ser construída, preservada e melhorada. Inclusive o imprescindível corte de despesas como já aludiu o senador reeleito Ciro Nogueira da base aliada governista.

            Obras essenciais como a Transcerrado, o Rodoanel, o Centro de Convenções e a ampliação das Brs. 316 e 345 (obras federais) devem ser urgentemente concluídas. A conclusão dessas obras nominadas precisa acontecer logo. Continuarem paralisadas e/ou inconclusas, após tantos anos, é uma insensatez, com grande desrespeito ao cidadão piauiense.

            A obra do Transporte de mobilidade urbana de Teresina também se arrasta por tanto tempo.

            Priorizar, efetivamente, as obras de saneamento básico de água e esgoto em todo o Piauí. Especialmente nas cidades às margens dos cursos d’águas: rios, riachos, açudes, lagoas, córregos, várzeas, brejos e olhos d´água. Em suma, não deixar o contribuinte sem água e tratamento regular dos dejetos residenciais e industriais.

            Construírem-se sistemas de abastecimento de água e esgoto, bem como a sua manutenção, geram muito emprego e diminuem as despesas com saúde, porque a população passa a ingerir água tratada e de boa qualidade.

            A educação de qualidade é outro segmento que o governante deve priorizar concretamente. Ela é fator de desenvolvimento de qualquer povo. E sem ela é impossível desenvolver-se qualquer região. Contudo, quanto à educação o problema mais sério e grave não é a falta de recursos (o país destina 6% do PIB para o setor); no entanto, são as ausências de fiscalização e de auditoria.

            O governo deve avançar muito nesses dois polos (fiscalização e auditoria) porque há uma consolidada filosofia de desvio de recursos no FUNDEB, bem assim do SUS, na saúde. E a carência de recursos nesses dois fundos advém da roubalheira que é monstruosa e sistêmica.

            Outra área que carece de fiscalização e de auditoria é o Programa Minha Casa Minha Vida. As casas construídas para o pessoal de baixa renda são de péssima qualidade; o programa é muito bem sucedido, com a construção de milhões de residências em todos os Estados.

 

Magno Pires é membro da Academia Piauiense de Letras, ex-Secretário da Administração do Piauí, ex-consultor jurídico da Companhia Antactica Paulista (Hoje AMBEV) 32 anos. Portal www.magnopires.com.br com 110.290.118 acessos em 9 anos, e-mail: magnopires_mp@yahoo.com.br.