Gestão

     SEM SANEAMENTO BÁSICO NÃO HAVERÁ SAÚDE E NEM EDUCAÇÃO DE QUALIDADE

     SEM SANEAMENTO BÁSICO NÃO HAVERÁ SAÚDE E NEM EDUCAÇÃO DE QUALIDADE

            SEM SANEAMENTO BÁSICO NÃO HAVERÁ SAÚDE E NEM EDUCAÇÃO DE QUALIDADE

Magno Pires

          Enquanto não forem saneadas as avenidas, as ruas, as praças, as comunidades, os assentamentos, as cidades, enfim, não haverá saúde e ensino de qualidade no Brasil.

          Enquanto o Brasil não tiver cobertura total em saneamento básico, para todas as cidades e localidades, o Brasil não terá saúde e educação de qualidade.

          O Brasil, apenas terá saúde e educação de qualidade, quando fizer a cobertura integral em água, esgoto, resíduos sólidos e galerias de qualidade, em todas as cidades e comunidades.

          O Brasil é um dos países mais atrasados do planeta quanto à cobertura de água, esgotos e lixos e lixões ou Resíduos Sólidos - RSU

          A qualidade de ensino e da saúde, em qualquer país, dependem da qualidade da água consumida e do esgoto tratado.

          Sem água e sem esgoto de qualidade e/ou tratados não haverá educação e saúde.

          E o Brasil sempre será um país de educação e saúde deficientes, enquanto não implantar o saneamento básico.

          Enquanto o Brasil não solucionar o problema gravíssimo do saneamento básico, do esgoto e da água, devidamente tratados, não poderá se falar em saúde e educação de qualidade.

          Os investimentos realizados pelo Brasil em saúde e educação, especialmente no combate às doenças tropicais e ao analfabetismo, são vultosos, entretanto se tornem em vão porquanto sem a construção do saneamento básico esses problemas não serão erradicados e prosperam grandemente.

          As soluções apresentadas à erradicação desses males que exploram o homem em sua saúde e na sua educação, tornam-se ineficientes e improdutivos e sem qualquer resolutividade.

          E, sem recursos financeiros suficientes e soluções técnicas adequadas, nenhum gestor público conseguirá imprimir uma resolução que extingue as doenças e o analfabetismo provocados pela carência de saneamento.

          E os sucessivos governos federais, estaduais e municipais caem na mesma valeta irresolutiva porque insistem historicamente em cuidar da saúde e da educação, sem construir os sistemas de saneamento básico em água, esgoto, resíduos sólidos urbanos-RSU e/ou lixos e lixões e galerias pluviais.

          Mas, com esse procedimento e/ou essa conduta, apenas gastam e/ou comprometem recursos públicos irresponsavelmente.

 

MAGNO PIRES é Secretário Geral da Academia Piauiense de Letras-APL (o único batalhense eleito pelo seu colegiado, para exercer este cargo, na história do mais que centenária sodalício) e Diretor-geral do Instituto de Águas e Esgotos do Piauí – IAE-PI, Ex-Secretário de Administração do Piauí e ex-presidente da Fundação CEPRO, advogado da União (aposentado), professor, jornalista e ex-advogado da Cia. Antárctica Paulista (hoje AMBEV) por 32 anos consecutivos.